sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Comemoração do Dia do Rádio e do Radialista

Comemoramos no dia 21 de setembro, na Assembléia Legislativa o “Dia do Rádio e do Radialista”, através de uma sessão solene que emocionou a todos os participantes.

A sessão foi iniciada com as palavras do presidente da Assembléia em exercício, deputado Conte Lopes. Também nos honraram muito com suas presenças, os integrantes da mesa_ deputados Olimpio Gomes e Jonas Donizette, além do jornalista e radialista Murilo Antunes Alves e o padre Juarez de Castro.

Durante o evento, grandes nomes do nosso rádio foram homenageados com entrega de troféus. Entre eles, os radialistas José Nelo Marques, Zé Bettio, Paulo Barbosa, Murilo Antunes Alves, Paulo Lopes, Altieres Barbiero, Francisco Paes de Barros, Cinthia e Eli Corrêa. Importantes comunicadores que fazem do rádio um veículo indispensável no cotidiano da população, trazendo informação, prestação de serviço e entretenimento.

Foi uma grande emoção celebrar esta data tão importante ao lado de tantos amigos que contribuíram para que o rádio fosse este meio de comunicação de tanto valor. Sejam eles radialistas, ou todos os profissionais que trabalham nos mais diferentes departamentos de uma rádio, oferecendo sempre o melhor para os ouvintes.

Agradeço imensamente ao público que compareceu a esta sessão solene e representou os milhares de ouvintes que são a principal motivação de todos nós que trabalhamos nas rádios.







quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Convido todos vocês!

No próximo dia 21 de setembro, estaremos comemorando o Dia do Rádio e do Radialista. Nesta ocasião, convido todos vocês para estarem presentes na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, onde às 20 horas ,teremos uma Sessão Solene em homenagem a este dia tão importante dentro da história do Brasil.


Local: Palácio 9 de julho_ Av. Pedro Álvares Cabral, 201_ Ibirapuera.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Dia Internacional da Democracia.

A palavra democracia vem da Grécia Antiga, século 5 a.C ( demos_povo, kratos_poder) e significa poder do povo. Naquela época, apenas os homens detinham a condição de cidadão. Eles se reuniam a cada nove dias nas chamadas ágoras, para discutir assuntos do interesse do povo. Não existia uma assembléia representativa, era a primeira forma de democracia conhecida como Democracia Direta.

Diferentemente da antiga Atenas, não vivemos mais em pequenas comunidades. Assim, as democracias foram diversificadas e refletem a vida política, social e cultural de cada país. No Brasil vivenciamos o sistema de Democracia Representativa, em que todos nós escolhemos nossos representantes. Desta forma, mudamos um pouco a maneira de lidar com a democracia, mas nunca o significado dela.

Questões como a proteção da liberdade e da igualdade, a garantia da discussão ampla e livre de censura e o direito da população de reivindicar uma vida melhor por meio da participação política, fazem parte do processo democrático, assim como o direito a escolher nossos representantes pelo voto.

É só através da democracia que a política pode verdadeiramente se expressar. No parlamento, onde se reúnem os representantes do povo, ela tem papel fundamental. É preciso trabalhar com uma postura ética, de tolerância, respeito e colaboração para chegarmos a consensos que tem como único e principal objetivo o benefício do nosso povo.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A História do Rádio no Brasil

A primeira transmissão radiofônica do Brasil acontece em 7 de setembro de 1922 durante as comemorações do centenário da Independência, com um discurso do então presidente Epitácio Pessoa. Na seqüência, os oitenta aparelhos de rádio, distribuídos pela cidade, transmitem conferências e concertos. Ao final da comemoração, a rádio sai do ar e reaparece um ano depois com a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, inaugurada por Roquette Pinto e Henry Morize. Com programas educativos e culturais, a emissora influencia várias outras, que aparecem no país ainda na década de 20. Todas sustentadas por associados, já que naquela época a legislação proibia a publicidade.

Na década de 30, o governo Getúlio Vargas permite a veiculação de anúncios pagos no rádio. Era o começo de uma nova fase em que a rádio vai abandonando seu perfil elitista para firmar-se como um meio popular de comunicação. As programações diversificam-se e atraem o interesse do público.

Nos anos 30, locutores paulistas usam o rádio também como instrumento para conseguir adesão popular a Revolução Constitucionalista de 1932. Getúlio Vargas institui na Rádio Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro, o programa a Voz do Brasil, transmitido até hoje.

Nos anos 40 surgem os grandes programas de música popular e com eles, os ídolos como Carmem Miranda, Dalva de Oliveira, Vicente Celestino, entre outros. A Rádio Nacional lança a primeira radionovela “Em busca da felicidade” e em plena Segunda Guerra Mundial a mesma rádio lança o Repórter Esso que inaugura o radiojornalismo brasileiro. As técnicas introduzidas por ele, frases curtas e objetivas, agilidade e seleção cuidadosa das notícias são empregadas até hoje na maioria dos jornais falados.

Na década de 50, o rádio difundiu as transmissões esportivas, como a Copa de 58, em que o povo torceu pelo Brasil através do rádio.

Com a popularização da televisão, o rádio passa por um período de reestruturação, e as emissoras passam a dar maior espaço ao radiojornalismo. Na década de 90, surge a CBN, primeira rádio que traz notícias 24 horas por dia. Nesta mesma década, é feita uma pesquisa pelo IBGE indicando que o percentual de domicílios brasileiros com aparelhos de rádio chega a incrível marca de 90,3%, mostrando que o rádio é um dos mais poderosos meios de comunicação no Brasil.

Recentemente, na era da Internet, começam a surgir algumas rádios virtuais e iniciam-se as primeiras transmissões de rádio no sistema digital, tecnologia que está apenas começando, já que sabemos que o rádio ainda tem um longo caminho pela frente.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

O que faz um deputado?

O deputado Estadual é eleito pelo povo, para representá-lo na Assembléia Legislativa, durante o mandato que tem duração de quatro anos. No Estado de São Paulo existem 94 parlamentares.

Como representantes do Poder legislativo, uma das nossas atribuições é criar, discutir e votar projetos de lei, visando sempre melhorar a qualidade de vida da população. Mas a verdade é que esse trabalho começa muito antes das discussões e votações em plenário. Para representar os reais interesses do povo, tomar consciência de suas queixas, reivindicações e aspirações é fundamental antes de tudo, a participação nos mais diversos segmentos da sociedade. Só desta maneira é possível propor políticas públicas que venham de encontro com os anseios da comunidade.

Os deputados também podem fazer parte de Comissões Permanentes, que são definidas por temas específicos onde são emitidos pareceres sobre projetos de lei, emendas e outras proposições antes da votação pelos demais representantes em plenário, como também realizações de audiências públicas, fóruns de debate e outros eventos. Quando existe a necessidade de investigar e apurar algum fato são instauradas as Comissões Parlamentares de Inquérito, conhecidas como CPI’s. Além disso, a participação nas sessões plenárias e nos trabalhos de comissões também inclui a eleição da mesa diretora, elaboração do regimento interno da casa, criação e extinção de cargos públicos e secretarias estaduais e convocação de plebiscito.

Além destas atribuições, o deputado estadual também é responsável pela fiscalização do poder Executivo, ou seja, as ações do Governo Estadual e das Secretarias. Cabe aos parlamentares fiscalizar onde e como o Estado emprega o dinheiro público. Mas diferentemente do que pensam muitas pessoas, não é nossa tarefa reduzir ou aumentar impostos e contribuições previdenciárias. Estas atribuições são exclusivas do Poder Executivo.